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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Noivas em forma: uma corrida contra o tempo

Vai casar e precisa entrar naquele vestido "tomara-que-CAIBA"? Você não está sozinha! O problema é que toda a preparação para o grande dia deixa a mulherada nervosa e ansiosíssima e muitas chegam a engordar nesse período.


A Revista DietaJá! desse mês traz dicas ótimas para as noivinhas de plantão.


Para não correr o risco do vestido de noiva ficar apertado à poucos semanas do grande dia, a dupla atividade física e dieta saudável continua sendo a grande saída. Então vamos lá: junto com a nutróloga e médica ortomolecular, Liliane Oppermann, preparamos algumas dicas infalíveis para qualquer noiva subir ao altar na sua melhor forma:

·         Coma mais frutas e verduras e evite alimentos industrializados. Reduzir o consumo de alimentos ricos em açúcar e gordura também é fundamental.

·         Refrigerantes e bebidas alcoólicas devem dar lugar à sucos naturais e muita água.

·         Faça pequenas refeições ao longo do dia para evitar a compulsão alimentar. O ideal é comer uma fruta, lanche natural ou barrinhas de cereais entre as refeições principais.

·         Para aumentar a saciedade e evitar o consumo exagerado nas refeições, enriqueça o cardápio com fibras. Opte sempre pelas versões integrais dos alimentos.

·         Coma sem pressa, mastigando bem a comida e saboreando-a. 
Sirva sempre a refeição em um prato pequeno e em doses pequena. Assim, você irá comer menos e ficar mais tempo satisfeita.

·         Evite alimentos com alto teor de sódio. O sal faz com que 
o organismo retenha mais líquido e aumente de volume, fazendo o corpo inchar.

·         Exercite-se sempre, seja uma caminhada, musculação ou até mesmo exercícios em casa.

·         Consulte um médico nutrólogo para traçar um plano de emagrecimento de acordo com as suas necessidades.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Casar faz bem à saúde?

Hoje todos só falam de uma coisa - o casamento Real. A cerimônia tão esperada pelo mundo todo arrancou suspiros das "moças casadoiras" e trouxe à tona todo um clima de contos de fadas. Mas será que casar faz tão bem assim?



De acordo com a edição de fevereiro da publicação 'British Medical Journal', o casamento faz bem para a saúde física e mental de homens e mulheres.

Os pesquisadores John e David Gallacher, da Escola de Medicina da Universidade de Cardiff, na Grã-Bretanha, descobriram que pessoas casadas vivem mais e têm uma saúde melhor do que os solteiros ou divorciados.

"Tradicionalmente, já existe a ideia de que o casamento faz bem à saúde. Mas como antigamente praticamente todos os adultos eram casados, ficava difícil comprovar a tese cientificamente. Com o aumento de solteiros nos últimos 30 anos, foi possível fazer estas avaliações. O grupo com a maior longevidade, sem dúvida, é o dos casados", afirma Gallacher.


O estudo avaliou a saúde de mais de um milhão de pessoas em sete países europeus. Os casados, segundo os pesquisadores, vivem cerca de 10% a 15% a mais do que aquelas que vivem sozinhas.


A principal hipótese para explicar esta longevidade seria a de que indivíduos bem ajustados gravitam para o casamento, sugerindo que não é o casamento que aumenta a saúde, mas que os indivíduos que escolhem casar já têm uma saúde melhor antes do matrimônio.

Outra teoria é a de que o casamento melhora a qualidade de vida e a convivência em grupo, já que os parceiros passam a ter mais compromissos em família e, por consequência, um maior apoio psicológico. O fortalecimento dos laços afetivos é especialmente benéfico para os homens, que passam a beber menos e evitam comportamentos de risco.


Mas nem todo relacionamento é bom para a saúde, alertam John e David Gallacher. Adolescentes envolvidos em namoros longos costumam ter mais sintomas depressivos do que seus amigos solteiros, enquanto os homens que se casam antes dos 25 anos não parecem se beneficiar tanto do matrimônio. Já as mulheres se beneficiam mais do casamento se ele acontecer entre os 19 e os 25 anos.


Para os autores da pesquisa, morar junto não é tão bom para a saúde quanto casar. Segundo Gallacher, o estresse da coabitação pode aumentar o risco de diversos problemas de saúde e ainda multiplica as chances do casal se separar após o casamento.


E, embora as crianças possam trazer uma satisfação a longo prazo para o casal, elas costumam trazer desequilíbrio para o relacionamento, principalmente se os parceiros não tiverem maturidade emocional. Os pesquisadores também descobriram que mulheres que trocam de parceiros com frequência ou emendam um relacionamento no outro costumam ter mais distúrbios psicológicos, como os transtornos ansiosos e a depressão.


Então, solteiros, que tal reavaliar a situação?